A parada é dura, mas, segundo o Guinness, o "livro dos recordes", o título vai para as mangas carabao - também conhecidas como mangas manila - cultivadas nas Filipinas. Tudo indica que esse país asiático tem excelentes condições para a produção de frutas doces. "Para os vegetais, o local de produção, o clima e as quantidades de sol e água que a planta recebe durante o crescimento influem na composição dos nutrientes. No Brasil, melões e uvas produzidos no Nordeste com irrigação são mais doces que as mesmas frutas produzidas em outras regiões", diz a bioquímica Rejane Dias das Neves-Souza, da Universidade Norte do Paraná (Unopar), em Londrina (PR). Mas vamos com calma antes de coroarmos a manga como rainha da doçura. O fato é que não dá para fazer um ranking simples para eleger a fruta mais doce. Em tese, quanto maior a porcentagem de açúcares entre os nutrientes da fruta, mais adocicada ela será. Mas a resposta é mais complexa. "Primeiro, porque a sensação de doce depende não apenas da concentração de açúcar. Ingredientes azedos, amargos ou salgados mudam o sabor percebido", diz a engenheira química Sidinéa Freitas, da Embrapa Agroindústria de Alimentos, no Rio de Janeiro (RJ). Segundo, porque existem vários tipos de açúcares nas frutas, e alguns têm poder adoçante maior que outros. Finalmente, porque a sensibilidade para o doce varia de pessoa para pessoa. Lembre-se disso antes de ler a tabela com algumas das frutas mais ricas em açúcares, certo?
Campeãs do açúcarO total de carboidratos ajuda na doçura, mas o sabor depende também dos outros ingredientes
Fruta - Banana
% de açúcares - 22
Fruta - Caqui
% de açúcares - 17,7
Fruta - Figo
% de açúcares - 15,5
Fruta - Pêra
% de açúcares - 15,3
Fruta - Manga
% de açúcares - 15
Fruta - Maçã
% de açúcares - 14,5
Fruta - Mamão
% de açúcares - 14,5

Fonte: Mundo Estranho







Mini Chicletes Adams
Mini-chicletes coloridos com vários sabores. A parte boa era encher a boca e fazer um chiclete gigante. A embalagem também teve parte no sucesso desse doce marcante.

Chocolate Surpresa
Uma barra de chocolate ao leite deliciosa que trazia um cartão com curiosidades sobre animais, recordes, dinossauros etc… Ainda hoje é possível encontrar coleções completas dos cartões pra comprar.

Cigarrinhos de chocolate
Pequenos chocolates em formato de cigarro que foram moda nos anos 80. Foi proibido por incentivar o tabagismo, mas voltou como "Rolinhos de chocolate".

Chocolate Turma da Mônica
Barras de chocolate com os personagens da Turma da Mônica desenhados com chocolate branco no meio.

Caramelos de Leite Nestlé
Esses cubinhos de caramelo fizeram muito sucesso e tinham outros dois sabores: côco e chocolate.

Chiclete de rolo
O chiclete era importado (e por isso era bem mais caro) e vinha dentro de uma caixinha de plástico. Para dividir com os amigos, era só rasgar a ponta, no tamanho que quisesse. O chiclete de rolo era coberto por um pozinho branco para que ele não grudasse dentro da caixa

Gamadinhos
Cubinho delicioso de pasta de amendoin. Hoje em dia, existem outros desse tipo, mas nenhum com essa embalagem simpática de coraçõezinhos.

Guarda-chuva de chocolate
O chocolate cheio de gordura hidrogenada tinha o formato de guarda-chuva fechado. No centro dele, havia uma haste de plástico que imitava o cabo do guarda-chuva. Era um chocolate que funcionava como um pirulito!

Push Pops
Um pirulito que dava pra parar de chupar e guardar pra comer depois. Funcionava como um batom. Foi febre nos anos 90!

Chicletes Ploc e Ping Pong
As duas marcas de chicletes viviam lançando sabores e coleções de figurinhas novas. Uma das mais famosas foi a de monstros, do Ploc. O chiclete vinha com uma figurinha que virava tatuagem. Era só molhar e deixar uns minutos em contato com a pele. A "tatoo" poderia durar semanas, se a gente não tomasse banho direito ou não suasse muito. :p

Pirulito - Pirocóptero
Mais um caso em que o doce era bom, mas o brinquedo era ainda melhor! Vinha uma hélice junto com o pirulito e, depois de comer, você encaixava no cabinho e tinha um pirocóptero bastante eficiente!

Balas Chita
O primeiro sabor da bala era abacaxi. Era irresistível não mordê-la!

Balas Pez
As balas eram boas. Mas o porta-balinhas era demais! Você podia escolher entre Darth Vader, super-heróis, personagens de desenhos etc... Era só puxar a cabeça do boneco pra trás que a bala saía pela frente.

Pitchula
A garrafinha de guaraná era ideal para o tamanho das crianças: vinha com apenas 250 ml (é a quantidade que cabe em um copo americano) de um refrigerante muito doce!

Pirulitos Dip N'Link
Esse existe até hoje. O pirulito é minúsculo, mas a graça mesmo dessa guloseima é lambê-lo para fazer o açúcar azedinho que vem dentro do pacote grudar no doce. No fim, esse pacote vira uma meleca!

Balinhas que se parecem remédio
De formato circular e achatadas, as balinhas lembravam muito pílulas medicinais. Elas também tinham um gosto muito diferente.

Pirulito do Zorro
Que criança da década de 1980 nunca teve medo de perder um dente de leite por causa desse pirulito? Feito de caramelo e coco, ele grudava muito nos dentes e fazia a alegria dos dentistas

Refrigerante Turma da Mônica
Refrigerantes de vários sabores, cada um com um personagem da Turma da Mônica na lata. Também teve uma versão com latas menores.

Balas Soft
A bala era bem gostosa, mas tinha um problema: era muito lisa e fez muita gente se engasgar.



Deu vontade de voltar a ser criança....  : )


Fonte: Recreio

O artista William Lamson construiu uma pequena casa com placas de caramelo. Caramelizando o açúcar em diferentes temperaturas, o artista foi capaz de criar painéis de várias cores e, com uma estrutura metálica leve, construiu o que se parece com uma casa de vidro colorido. A instalação, chamada de Solarium, foi construída no parque de esculturas Storm King, no estado de Nova York, e ficou por lá por seis meses.




Fonte: Catraca Livre


Você já colocou um chiclete na boca enquanto tentava se concentrar em alguma tarefa e achou que foi útil? Pois não era mera impressão ou coincidência – isso funciona, mesmo.

Pelo menos foi o que pesquisadores das Universidades de Cardiff e Bournemouth, na Grã-Bretanha, concluíram após realizar testes com voluntários que precisavam realizar testes de memorização.
O estudo, publicado semana passada no British Journal of Psychology, foi feito com 38 pessoas que se separaram em dois grupos, cada um tendo de realizar uma tarefa de 30 minutos que envolvia ouvir uma série de números de 1 a 9 em ordem aleatória. Eles precisavam identificar sequências de números ímpar-par-ímpar, como 7-2-1. Quanto mais rápidos fossem, mais pontos ganhavam. Um dos grupos fez isso enquanto mascava chiclete; o outro, não.
Resultado: quem havia mascado chiclete apresentou reações mais rápidas e precisas e resultados melhores no decorrer da tarefa – mas, no começo dela, quem não mastigou nada teve vantagem.  ”Isso sugere que a goma de mascar ajuda na concentração em tarefas que exigem um acompanhamento contínuo por um longo período de tempo”, conclui a autora Kate Morgan, da Universidade de Cardiff. “Em nosso estudo, focamos em uma tarefa de áudio envolvendo a memória de curto prazo, especialmente nos últimos estágios da tarefa”, completa.
Segundo estudos anteriores, esse benefício se deve ao fato de que mascar chiclete aumenta o fluxo de sangue e de oxigênio em certas regiões cerebrais, o que aumenta a atividade neurológica e o estado de alerta.

Para ler o estudo, clique aqui.


Fonte: SuperInteressante

1. A história desta doçura começou nos EUA, em 1897, com John C. Warthon e William Morrison - que, curiosamente, era dentista. Até hoje, a matéria-prima do algodão-doce é o açúcar cristal - que pode vir de fábrica colorido ou ser misturado com corante em pó antes do preparo
2. A transformação começa quando o açúcar é despejado em um cilindro oco que gira no centro de uma bandeja. O cilindro aquece a 150 ºC e derrete o açúcar cristal, formando uma calda grossa - com açúcar refinado a calda seria fina demais para formar o algodão
3. Como a parede do cilindro central é cheia de furos, ao girar em velocidade elevada - cerca de 3 500 rotações por minuto -, a calda de açúcar escapa pelos buraquinhos. Em contato com o ar, o açúcar líquido esfria e endurece de novo, só que em forma de fios
4. Para formar o algodão, basta recolher os fios girando um palitão - alguns doceiros passam leite condensado no palito para os fios grudarem melhor. Um quilo de açúcar rende 50 algodões-doces e uma máquina profissional custa cerca de mil reais.

Fonte: Mundo Estranho



Doces de alcaçuz é feito com raiz de alcaçuz real e anis. Foi usado tradicionalmente como um remédio palatável para aliviar os sintomas de gripes e resfriados, mas também pode ser apreciado como um doce delicioso, principalmente se você ama o sabor característico dele. Esta receita rende aproximadamente 15 a 20 tubos de 6 polegadas de doces de alcaçuz.

RECEITA - PASSO A PASSO
1. Para fazer seu doce você vai precisar de:

Melaço
Uma panela média
Pó de raiz de alcaçuz
Anis em pó seco
Farinha
Açúcar de confeiteiro
Uma assadeira
Jarra de vidro ou sacos de plástico

2. Adicione 1 xícara de melaço em uma panela de tamanho médio. Calor sobre o calor médio de cinco a 10 minutos, ou até que o melaço é completamente aquecido. Aqueça em fogo brando, e não permitir que ela ferva ou bolha.

3. Adicione 1 colher de chá cada um de pó de raiz de alcaçuz e anis em pó seco no o melaço. Agite bem para incorporar o pó através da mistura.

4.  Adicione ½ xícara de farinha à mistura de melaço, e misture bem. Continue a adicionar algumas colheres de farinha, 1 de cada vez e até o total de copo, até obter uma pasta espessa é possível de trabalhar.

5.  Remover a massa da panela e coloque sobre uma superfície plana, tal como uma bancada ou placa de corte. Molde a massa de doces de alcaçuz em vários tubos longos, cerca de 1 cm polegada de espessura e 6 cm de comprimento.

6.  Rolar os tubos de doces de alcaçuz no açúcar de confeiteiro e coloque em uma assadeira para secar. Esperar uma a duas horas para o doce a endurecer, e depois armazená-lo em uma jarra de vidro ou saco plástico de armazenamento até que esteja pronto para comer.

Fonte: ComoFazer



Ingredientes
100 g de manteiga sem sal
100 g de açúcar
100 g de chocolate em pó
100 g de glucose de milho
200 ml de água bem gelada


Modo de Preparo
Derreta a manteiga sem sal com o chocolate
Junte o açúcar e o glucose de milho e mexa (não mexa em círculo para não cristalizar), até que esteja em ponto de bala mole
Coloque a água bem gelada e verifique o ponto
Despeje num pirex untado com manteiga e deixe esfriar para cortar os caramelos
Embale em quadrados de celofane

Dica: Depois de pronto, você pode cobrir com chocolate ao leite derretido, e formar bombons recheados.

Fonte TudoGostoso/Uol
Esta balinha açucarada muito comum em aniversários de criança e presa nos dentes da petizada, a jujuba é bem mais antiga do que parece e sua história é cercada de fatos pitorescos muito pouco interessantes e que não acrescentam nada a ninguém.

A palavra jujuba vem do tupi-guarani “ju-juba”, que significa “curumin gago querendo dizendo juba”, o que a princípio pode parecer uma incongruência, já que todos sabem que na América do sul habitada pelos tupis não existiam leões, ou seja, é uma incongruência mesmo. Enfim, o que importa é que os índios preparavam uma espécie de pasta com base na mandioca, a qual chamavam de Biju, que tem “ju” no nome, mas que também não tem nada a ver com a jujuba como conhecemos hoje.

Ao longo do século XX, com o crescimento das cidades e urbanização dos circos, os palhaços foram ocupando cada vez mais espaço na sociedade, espalhando-se pelos mais diversos segmentos como a política, a música popular e a publicidade. Neste período, os nomes de palhaços também foram se modernizando e muitos escolheram “Jujuba” como nome artístico. A Confederação Nacional do Palhaço e do Pierrot (Conapapirot) registra atualmente mais de 1.658 palhaços e palhaças jujuba em todo Brasil, sem contar cães e anões ajudantes com o mesmo apelido. Resumindo, o fenômeno de nomenclatura também não explica nada a respeito da origem do doce petisco.

Ainda na seara dos fenômenos envolvendo nomes, a partir da década de 70 do século passado, nota-se um grande aumento de meninas batizadas como Juliana, nome derivado do latim Julia (cheia de vida). Pesquisas do Instituto de Assuntos Especiais revelam que cerca de 22% das Julianas são apelidadas de Jujuba na infância ou adolescência. 99,87% são comumente chamas de Jú (0,13% não quiseram responder a pergunta) e absolutamente nenhuma delas entendeu qual a relevância destes dados na explicação das origens do doce conhecido como Jujuba.

O açúcar por cima da Jujuba foi adicionado à balinha colorida pelo escritor russo Fiódor Dostoievski autor de Os Irmãos Karamazov – uma história que não tem nada a ver com Jujubas. Fiofó, como era carinhosamente chamado em mesas de bar freqüentadas por alunos de letras, jamais comeu uma Jujuba, mas quando foi incorporado por um médium de Quixadá em 1951 durante uma festa infantil, promoveu o maior quiprocó na cozinha enquanto uma das marchinhas de Emilinha Borba animava o ambiente. Ao som de “Escandalosa”, Fiofó perdeu o equilíbrio e, para escapar das panelas de barro no chão, deu um duplo twist arretado por sobre a mesa onde estavam preparando a rapadura. Quase sentou no doce nordestino, mas acabou estatelado por sobre a saca de açúcar, espalhando doces flocos pelas jujubas que aguardavam calmamente sua vez de ir à mesa em uma bandeja de maçaranduba.

Outro que se rendeu aos encantos da Jujuba foi Dorival Caymmi. O baiano compôs em 1940 o samba “Jujuba da minha terra”, que dizia em seu refrão “Quem não gosta de jujuba bom sujeito não é / é ruim da cabeça ou doente do dente”. Por razões comerciais e devido a uma briga com o sindicato dos dentistas, Dorival trocou Jujuba por Samba, tanto no título da canção, quanto na letra.

Mas não foi apenas a MPB que sofreu influências da jujuba, o rock nacional dos anos 80 também deve muito à chamada “gostosinha da festa”. Vejamos o exemplo dos Titãs em “Jujuba” que diz no refrão: “Jujuba para quem precisa / Jujuba para quem precisa de jujuba”. Posteriormente, a canção foi lançada como “Polícia” devido ao grupo ter assumido uma postura mais punk e menos festiva. Mesmo assim, a banda ainda pode ser flagrada errando a letra, cantando “jujuba para quem precisa polícia” em alguns shows.
Doce de Canela, com calda de morango
Aprenda a fazer, mas se você estiver fugindo do fogão, peça sua refeição pelo nosso Delivery www.ondevivodelivery.com.br

Ingredientes

1 envelope de gelatina em pó incolor e sem sabor
1/2 xícara (chá) de água
2 1/2 x´caras (chá) de leite
4 pedaços de canela em pó
1 lata de leite condensado
Calda

2 xícaras (chá) de morango picado
1/2 xícara (chá) de açúcar
1/2 xícara (chá) de vinho tinto
Modo de preparo

Hidrate a gelatina e dissolva-a em banho maria.
Reserve.
Em uma panela, aqueça o leite com os paus de canela e deixe ferver.
Retire os paus de canela, acrescente a gelatina dissolvida e o leite condensado e misture até que fique homogêneo.
Despeje em forminhas untadas com manteiga e deixe na geladeira até ficar firme.
Em outra panela, coloque o morango, o açúcar e o vinho, misture e deixe apurar até obter uma calda.
Desenforme e sirva com a calda.
Use morangos inteiros para decorar, se desejar.
Rendimento: 4 porções

Tempo de preparo: 20 minutos

Olha a cobra? É mentira! Mas é delíciosa
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A culpa é basicamente das gorduras, essas bruxas dos tempos modernos perseguidas a ferro e esteira ao avizinhar do verão. Elas e os óleos, como creme de leite e manteiga, são ingredientes muito presentes nos doces e provocam o retardamento do esvaziamento do estômago e a sensação de desconforto que associamos como enjoo.
“O estômago fica mais parado, causando uma sensação de desconforto muito grande como mal estar e, eventualmente, náuseas”, esclarece o gastroenterologista e membro da Federação Brasileira de Gastroenterologia Ricardo Barbuti. Ele explica que os alimentos salgados não possuem uma concentração tão grande de lipídios (gorduras) e não são consumidos em tanta quantidade como os doces, o que explica por que você não enjoa tanto depois de comer alimentos salgados, menina.
Barbuti também lembra que a ingestão de carboidratos em excesso pode ser um fator relacionado com o aumento de gases e até diarreia. “Dos carboidratos, o mais relacionado com desconforto é a lactose. Na população, a prevalência de intolerância a lactose é muito grande”, diz. Ou seja, boa parte da população não consegue absorver a lactose, um tipo de açúcar presente no leite, e por consequência acaba passando mal depois de ingerir alimentos à base de leite e derivados, como pudim, bolos, chocolates e bolachas.
Para exemplificar, a letra de um dos grandes sucessos recentes da música brasileira demonstra nossa maior capacidade de ingerir salgados. Na letra de Que Isso, Gordinha, MC Mestre do Nada cita os seguintes alimentos:
- carne (salgado)
- mcdonald’s (presume-se que seja salgado, visto que uma alface no dente é citada em seguida)
- carne seca (salgada)
- tapioca (salgada ou doce)
- pão com ovo (salgado)
- frango assado (salgado)
- pudim (doce)
- pavê (doce)
Logo, nesse levantamento totalmente desprovido de análise científica de uma amostra do repertório funkeiro, salgados ganham de 6×3.

(crédito da imagem: Stéfan)
Fonte SuperInteressante


Tem gente que se esforça horrores para emagrecer: passa a comprar tudo na versão light, deixa de comer doces. Aí sofre um monte com as restrições. O pior é quando o resultado não vem… Mas, fiquem vocês sabendo, esse pessoal está fazendo tudo errado. Para quem quer mesmo emagrecer, a ciência dá uma dica deliciosa: coma doces no café da manhã.
Uma equipe de médicos israelenses, da Universidade de Tel Aviv, separou 193 pacientes obesos em dois grupos: um teria de comer um café da manhã moderado, com 300 calorias, enquanto o outro poderia consumir o dobro de calorias – com direto a uma sobremesa. Mas, no fim do dia, todos comeriam a mesma quantidade de calorias.
Oito meses depois do início da dieta, cada participante já tinha perdido 15 quilos. Mas, nos outro oito meses seguintes, o grupo que comia doce pela manhã se deu melhor: eles PERDERAM mais 6,8 quilos, enquanto os outros GANHARAM 10 quilos. Ou seja, ao final do regime, quem comeu uma sobremesa logo cedo conseguiu perder mais de 20 quilos. Já aqueles que abandonaram os doces emagreceram 5 míseros quilos.
“Os participantes da dieta com pouco carboidrato tiveram se sentiam menos satisfeitos, como se ainda estivessem com fome”, conta a pesquisadora Daniela, Jakubowicz. Insatisfeitos, esse pessoal aproveitava para assaltar a geladeira e comer guloseimas fora de hora. Já os outros saciavam a vontade de doce e não burlavam a dieta – e o melhor horário para exagerar nas gordices é mesmo de manhã, quando o metabolismo trabalha mais rápido.
Boa notícia, né? Divirta-se.

Crédito da foto: flickr.com/lacapsula
Fonte: SuperInteressante

Nada melhor do que admirar os filhinhos doces 
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Árvores de Natal Comestíveis 
Criativas e saborosas estas árvores são uma boa pedida para decoração de Natal.
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23/01 Dia da Torta
A torta holandesa, que a maioria das pessoas acredita ter nascido na Holanda, é brasileira da gema. Foi inventada no município de Campinas, interior do Estado de São Paulo, em 1991. A criadora dessa confeitaria foi a dona da empresa Holandesa & Cia, Sílvia Leite. Sílvia era proprietária de um café na cidade onde a torta foi produzida pela primeira vez.
Em 2008, para fazer uma matéria sobre a origem de algumas criações da gastronomia, a reportagem do portal de notícias Bem Paraná chegou a ligar para a Embaixada da Holanda em Brasília querendo informações sobre o doce. A resposta foi de que ninguém conhecia a torta holandesa, tal como a conhecemos aqui, na Holanda. A torta holandesa naquele país se chama Appeltaart. É uma torta de maçã, assada, igual a da imagem ao lado.
Silvia Leite é diretora de Marketing e de Desenvolvimento de Produtos da Holandesa & Cia (que ela fundou com o marido, Marcos Leite), onde a receita original é produzida. Batizou a torta de "holandesa" para homenagear uma família holandesa que ela conheceu quando morava na Inglaterra.


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28/01 Dia da Panqueca de Amora

As panquecas são muito antigas, surgiram há 9.000 anos atrás na Europa, mais precisamente na França. Acredita-se que elas surgiram quando uma mulher derramou de forma acidental, um pouco do mingau utilizado no fogão e percebeu que ele cozinhava rápido, era fácil de se manusear e possuía um sabor muito agradável.
O hábito de comer panquecas se difundiu rapidamente por toda a Europa, inclusive tendo sido criados vários festivais em função do prato. Hoje em dia as panquecas são muito famosas no mundo todo e desde o começo do século 20, elas começaram a aparecer em vários lugares e a se tornarem bastante populares.
Sol doce