A alimentação adequada antes e depois do treino acelera a queima de gordura e ajuda na manutenção da massa muscular

Para ficar de bem com a balança, não adianta apenas malhar: é preciso ter organização e disciplina para equilibrar a alimentação e repor os nutrientes adequadamente. E para quem anda seguindo um programa de exercícios, vale lembrar da importância da alimentação antes e depois do treino, pois isso é essencial para a queima de gordura.

A recomendação é da nutricionista Lara Natacci, do programa Meu Prato Saudável, parceria do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da FMUSP com a LatinMed Editora em Saúde.

Ela explica que a escolha dos alimentos certos é fundamental também na manutenção da massa muscular. Lara indica um lanche leve antes da atividade física, mas rico em carboidratos e em fibras que ajudam a manter a energia durante a prática e até mesmo acelerar a queima de gordura. “Pode ser uma banana com aveia, mamão com granola e até um suco com cereais integrais. Nozes e castanhas também são uma excelente opção”, diz.​

Já a alimentação pós-treino deve conter carboidratos, vegetais e uma proteína magra. “A reposição de nutrientes é fundamental para ajudar no aumento, manutenção e recomposição da massa muscular”, explica.

Uma boa dica, gostosa e saudável, para este momento, é um sanduíche de pão integral com queijo branco e peito de peru ou presunto magro ou rosbife, fatias de tomate e folhas de alface.

Outro ponto importante é o consumo de água, tanto antes, quanto durante e após a  prática física. Segundo a especialista, estudos recentes recomendam o consumo de dois copos de água meia hora antes dos exercícios.  “Alimentação equilibrada e ingestão de líquidos melhoram a qualidade da atividade física e pode ajudar a diminuir a quantidade de gordura e aumentar a massa muscular”, conclui.

Fonte: Terra

Em um extenso estudo, pesquisadores espanhóis observaram que esse tipo de alimentação reduz a chance de problemas cardiovasculares


Um extenso estudo feito ao longo de cinco anos e que envolveu quase 7.500 pessoas confirmou que a dieta do Mediterrâneo, baseada em alimentos como peixes, legumes, frutas, castanhas, grãos integrais e azeite, protege a saúde do coração. De acordo com uma equipe de pesquisadores de universidades e centros médicos da Espanha, esse tipo de alimentação reduz a chance de problemas cardiovasculares, como o derrame cerebral, em pessoas com mais de 55 anos que já apresentam um alto risco cardíaco.

A dieta do Mediterrâneo já foi associada por diversos estudos a benefícios a saúde, entre eles a uma maior proteção ao sistema cardiovascular. No entanto, essas pesquisas limitaram-se a evidenciar uma relação estatística entre essa alimentação e menores eventos cardíacos. O novo estudo, que foi publicado nesta segunda-feira no periódico The New England Journal of Medicine, submeteu parte dos voluntários à dieta do Mediterrâneo e o restante deles, a uma dieta com baixo teor de gordura. Depois de cinco anos, a saúde de todos foi comparada.

Os 7.447 participantes do estudo tinham de 55 a 80 anos de idade. Nenhum deles sofria de doença cardíaca, mas todos tinham um alto risco do problema, já que apresentavam diabetes, obesidade ou colesterol e pressão altos.

Dieta 'fácil' — Segundo os autores da pesquisa, as dietas às quais os voluntários foram submetidos não eram rígidas e nem limitavam calorias ingeridas, já que o objetivo do trabalho não era promover a perda de peso entre os indivíduos. Talvez por isso, os pesquisadores afirmam, o índice de desistência das dietas foi baixo: apenas 7% dos participantes abandonaram a nova alimentação, sendo que o grupo da dieta com baixo teor de gordura apresentou o dobro de desistência do que as pessoas que seguiram a dieta do Mediterrâneo.

Após cinco anos acompanhando os participantes, os autores observaram que aqueles que seguiram a dieta do Mediterrâneo apresentaram um risco 30% menor de sofrer algum evento cardiovascular em comparação com o restante dos voluntários. "Em conclusão, nesse estudo de prevenção primária, nós observamos que uma dieta do Mediterrâneo sem restrição calórica, com suplementos de azeite extravirgem ou de nozes, resultou em uma redução substancial da chance de eventos cardiovasculares em pessoas com alto risco. Os resultados sustentam os benefícios da dieta mediterrânea para a prevenção primária da doença cardiovascular”, escreveram os autores nas conclusões do estudo.


Fonte: Veja

Genes, hormônios e músculos são cúmplices desse ato de covardia



Atenção: este texto está recheado de informações que podem causar indigestão a quem luta contra a balança. Resumindo: ou você nasce "magro de ruim" ou, sinto muito, vai ter que malhar e fechar a boca para ficar com o peso ideal. 

São diferenças no metabolismo que fazem com que algumas pessoas queimem mais calorias do que a média para manter o corpo funcionando, ou depositem menos gordura no tecido adiposo. "Assim como os carros enchem o tanque com gasolina ou álcool e usam esses combustíveis para rodar, nós nos abastecemos com gordura e a armazenamos, tirando dela a nossa energia", explica o endocrinologista Marcio Mancini, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade. "Daí, existem os carrões com motores potentes e grandes consumidores de combustível (esses são os ‘magros de ruim’) e os carros com motor de 1 000 cilindradas (esses são as pessoas com dificuldade para perder quilos)", completa. 

O que fazer para ser um Land Rover e não um Uno Mille? Bem, a chance é grande de que você já nasça como um ou como outro. Estudos com gêmeos têm mostrado que a genética contribui com nosso peso corporal em 40 a 70%. Genes da obesidade têm sido identificados, o que mostra que alguns corpos já viriam programados para gastar mais fazendo as mesmas coisas. Seguindo na analogia, se seu corpo é um 4x4, você terá direito a comer mais - ou ser abastecido mais frequentemente.

E tem mais: os magros de ruim talvez sejam uma (invejada) minoria porque a seleção natural favoreceu o seu oposto, a eficiência energética. Com os grandes períodos de fome que a humanidade enfrentou, sobreviveram principalmente as pessoas poupadoras de reservas e as ávidas por comida. É isso: da próxima vez que encontrar algum magrinho mandando ver no brigadeiro, pare e pense: "Coitado, não guarda uma energia!" 
Máquina de emagrecer 
Conheça os fatores que favorecem os chamados "magros de ruim". 

SORTE NOS GENES
Alguns genes têm sido associados a acúmulo de gordura. O mais famoso é o FTO. Um estudo alemão recente, publicado na revista Nature, mostrou que ratos que não têm o FTO nunca ficam obesos. Mesmo comendo muito e se mexendo pouco, queimam muitas calorias. Como? Quem descobrir deve ficar muito rico.

METABOLISMO ACELERADO
Para viver, é preciso ingerir diariamente um número X de calorias. Essa é a taxa metabólica basal - a base necessária para respirar, raciocinar, manter os órgãos funcionando. Algumas pessoas nascem com essa taxa basal muito alta, o que permite botar muitas calorias pra dentro, pois elas já têm uso definido.

FOME SIM, GORDURA NÃO
Um estudo da Universidade da Califórnia mostrou que a serotonina, neurotransmissor que controla a fome e a deposição de gordura, faz as duas coisas por canais distintos. Acredita-se que alguns dos comilões que não engordam têm a sinalização da fome funcionando bem, e a da deposição de gordura com alguma falha.

DISCIPLINA
Muito "magro de ruim" por aí pode ser uma farsa. Há magrinhos que comem bastante nas refeições, mas nunca fora de hora. Já alguns com excesso de peso têm almoços e jantais frugais, mas sucumbem a ataques de fome repentinos e beliscam guloseimas entre as refeições. 

MÚSCULOS
Genética não é tudo. A quantidade de músculos do corpo também faz com que alguns tenham um gasto calórico maior do que outros - e, portanto, possam comer mais sem engordar. Para ter uma ideia, 1 quilo de músculo torra 80 calorias por dia simplesmente para existir, enquanto 1 quilo de gordura gasta só 5 calorias.

JUVENTUDE
Você conhece alguém em seus 50 ou 60 anos que coma muito e nunca engorde? Ou seus exemplos são sempre de jovenzinhos? Nossa massa magra diminui paulatinamente com o avançar da idade, e a quantidade de atividade física diária também costuma diminuir. Mais magros e sedentários, deveríamos comer muito menos pra manter o peso - difícil, né?


Fonte: SuperInteressante







Nova queridinha das celebridades, a dieta 'intermittent fasting' consiste na restrição extrema de calorias em dias alternados. Quem exagera no jejum, porém, está colocando a saúde em risco


No mundo das celebridades, as dietas seguem a mesma lógica das coleções de roupas: a cada estação tudo muda. Já estiveram na moda dietas nas quais se come apenas proteína, somente sopa, e, argh!, até um regime baseado no consumo de chás e sucos de limão e pimenta, mais conhecida como "detox". A dieta do momento é o jejum intermitente - intermittent fasting, em inglês.  Ela prega uma redução extrema na quantidade de calorias ingeridas por um determinado período, que pode variar bastante. Alguns adeptos pulam uma refeição por dia, outros comem muito pouco durante um ou dois dias por semana e há quem leve a abordagem ao limite e afirme que chega a jejuar por até dez dias seguidos — uma insensatez sem tamanho, é bom frisar.
Gurus — Como qualquer dieta abraçada por estrelas de Hollywood, há "gurus" e livros por trás da abordagem que supostamente validam a sua eficácia. Michael Mosley, médico, celebridade da televisão britânica e autor do livro The Fast Diet ("A dieta do jejum", sem edição em português), lançado neste ano, recomenda a seus pacientes que, duas vezes por semana, consumam um quarto das calorias que ingerem em um dia normal e que, no restante dos dias, comam normalmente. Ele afirma que suas dicas são baseadas em evidências cientificas e que viu os resultados em si mesmo após seguir a sua própria dieta.
"Comecei a olhar para a restrição calórica e vi que as pesquisas sobre isso são realmente boas. É praticamente a única coisa que prolonga a vida. Mas eu nunca poderia me imaginar sem comer as coisas que eu amo. Então eu comecei a investigar o jejum intermitente como uma forma de controlar as calorias", disse Mosley em entrevista ao site The Huffington Post.  O médico diz ter conseguido perder peso e melhorado seus níveis de colesterol e resistência à insulina. Ao mesmo tempo, sua conta bancária, ironicamente, engordou bastante.

Restrição não é jejum — Não existem, hoje, mutos estudos sobre os efeitos específicos do jejum intermitente. “Ainda não há evidências cientificas sólidas o suficiente para dizer que essa intervenção é recomendada”, disse ao site de VEJA o cardiologista Bruno Caramelli, diretor da Unidade de Medicina Interdisciplinar do Incor e um dos autores de uma pesquisa que está sendo feita sobre a abordagem.
O que há é um grande número de pesquisas científicas indicando que comer pouco, mas dentro do limite do que é saudável, pode ser a chave para uma vida mais saudável e uma maior longevidade. E, para aquelas pessoas que têm dificuldade em seguir uma dieta regrada diariamente, escolher dois dias na semana para comer menos do que o normal pode ser uma alternativa. A principal preocupação em relação ao intermittent fasting é que ele induza um comportamento de risco. De fato, já há pessoas que fazem jejum total por vários dias seguidos - e sentem que o livro de Mosley lhes fornece a justicativa para isso.l .
Ao site de VEJA, Cintia Cercato, endocrinologista da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM-SP) e do grupo de obesidade do Hospital das Clínicas da USP, disse o óbvio: se alimentar é importante. "Ficar muito tempo sem comer não traz nenhum benefício. É um absurdo que uma pessoa fique dias sem comer nada, pois a ausência completa de qualquer nutriente prejudica o organismo", afirma a médica. "E mesmo que ela tome suplementos vitamínicos durante o jejum, eles não são capazes de repor macronutrientes, como os carboidratos e a glicose. Sem esses nutrientes, ficamos sem energia, fracos, e o nosso cérebro deixa de receber glicose, o que prejudica a memória. Além disso, ainda que esse indivíduo apenas beba água, ele continua correndo risco de desidratação."

Fonte: Veja


Má notícia para quem trabalha demais, cai na balada no meio da semana ou é preguiçoso por tradição mesmo. Um estudo da Universidade de Harvard (EUA) mostrou que, quando você passa o dia com sono, seu cérebro tem dificuldade em entender que a sua boca deveria passar longe daquele superpedaço de bolo de chocolate.
Segundo os pesquisadores, a sonolência está associada à redução de atividade em uma região do cérebro responsável pelo autocontrole. E, nesse processo, a vontade de comer junk foodaumenta.
Isso ficou bem claro após uma série de exames de ressonância magnética com voluntários. Em geral, os que estavam sonhando em voltar para a cama se empolgaram mais em fazer um lanchinhoquando viram fotos de comidas altamente calóricas, como sorvetes e cheeseburgers. E não era só fome, era gula mesmo: o efeito não foi o mesmo quando eles viram imagens de alimentos saudáveis, como saladas e frutas.
A coisa toda precisa ser mais estudada para a gente entender o que acontece, é claro. E, ops, dessa vez fico devendo um link para o estudo completo, porque ele foi apresentado só ontem, numa conferência lá nos EUA. Mas pega a dica aí: você já pode abrir os olhos e se policiar um pouco mais quando o sono bater durante o dia. Olha a dieta!

Fonte: SuperInteressante

Isso mesmo que você acabou de pensar. Sem a preocupação de engordar, comeríamos mais. E muito pior. Substituiríamos, sem dor na consciência, folhas e verduras por muita massa, fast food e doces, aumentando em pelo menos 50% o número de calorias que ingerimos ao dia. Segundo a projeção de Rafael Claro, nutricionista da USP, passaríamos facilmente de 2 300 para 3 200 calorias diárias (veja o gráfico ao lado). O problema é que a gordura, os carboidratos e os açúcares continuariam em nosso sangue, causando estragos no organismo.
Seria como fazer uma experiência do Super Size Me, só que sem engordar. Fredrik Nyström, pesquisador da Universidade de Linköping, na Suécia, mediu o prejuízo. Reuniu 20 voluntários saudáveis e dispostos a comer somente tranqueira por um mês. O resultado foi marcante no fígado, órgão responsável pelo metabolismo de álcool e gorduras. Em média, a quantidade de ALP, uma enzima liberada no sangue quando uma célula do fígado é danificada, foi multiplicada por 3. Além disso, a resistência à insulina – que determina o desenvolvimento da diabete tipo 2 – dobrou. A pesquisa não obteve resultados conclusivos sobre outros fatores, mas é provável que o colesterol potencializasse os riscos cardíacos. Os EUA são a prova disso. Lá, onde a população já come em média 3 770 calorias diárias, as mortes por ataque cardíaco representam 28% do total – 3 vezes mais do que no Brasil.
A economia também sentiria os efeitos da comilança. Trigo, aveia, milho e soja seriam matérias-primas ainda mais requisitadas, já que são base para comidas processadas. Se, no começo deste ano, um aumento no consumo de alimentos em países emergentes, como China, Índia e Brasil elevou em 130% o preço de uma commodity como o trigo, é de esperar que, com o aumento do consumo nos países desenvolvidos, essa crise assumisse patamares assustadores. Quem sairia ganhando seriam a América do Norte e a Europa, sedes das maiores empresas de alimentos, e as nações exportadoras de grãos, como o Brasil. Mas uma inflação descontrolada poderia abocanhar boa parte desses lucros e levar países pobres ao limiar da miséria.

Sem limites de calorias?

Não seria tão perfeito quanto você imagina
1. Vida junkie
Sem culpa, nos dedicaríamos muito mais ao prazer da alimentação, principalmente de coisas com gordura e açúcar. A explicação é evolutiva: os alimentos calóricos construíam um estoque de energia para garantir a sobrevivência nos períodos de fome. Frutas e legumes ficariam relegados às prateleiras de comidas exóticas.
2. Todo lugar é lugar
Além de serem mais gostosos que os naturais, alimentos pré-preparados ou industrializados são mais práticos e adequados à vida moderna: basta abrir o saquinho e comer. Sem a preocupação com o peso, comeríamos mais vezes e em qualquer lugar.
3. Magra, mas feia
Uma alimentação pobre em vitaminas e sais minerais se refletiria em baixa resistência imunológica, anemia, pele ruim, cabelos e unhas quebradiços. Nem alimentos fortalecidos resolveriam o problema. “Os nutrientes existentes nas frutas e verduras são mais facilmente absorvidos pelo nosso organismo”, diz Rafael Claro.
4. Haja remédio
Consumo excessivo de gordura e açúcares prejudica o fígado e os rins, aumenta a resistência à insulina (diretamente ligada à diabete tipo 2) e poderia provocar arteriosclerose e hipertensão, elevando o risco de infartos e outros problemas cardíacos. “A indústria farmacêutica certamente ficaria muito feliz”, diz o médico infectologista Ricardo Mangabeira.
5. Padrão anoréxico
O padrão de beleza continuaria sendo o magro. “Já são 15 anos vivendo nessa cultura, seria difícil mudar”, diz Mirela Berger, doutora em antropologia social. Mas é provável que quiséssemos ser ainda mais magros. Assim aumentariam os casos de anorexia, o consumo de inibidores de apetite e a busca por definição muscular.


Fonte: SuperInteresante




Mania Feminina, sempre em frente ao espelho, nunca consegue ver o lado positivo das coisas.




As  Piores dietas das celebridades

Dieta do livro “Six Weeks to OMG”
Traduzido do inglês, o título do livro de Venice A. Fulton significa “Seis Semanas para ‘Oh Meu Deus’” e, logo na capa, diz: “fique mais magro do que todos os seus amigos”. Entre outras orientações, a dieta prega que, para emagrecer, é preciso fazer exercícios logo após acordar e, antes disso, tomar apenas café preto. O banho deve ser gelado para o corpo gastar mais energia para manter a temperatura, as frutas e lanches são eliminados e o nutriente predominante é a proteína.

O criador da dieta afirma que ela caiu nas graças de várias celebridades, mas a BDA afirma que dificilmente alguém conseguiria adequar sua rotina a ela. O café-da-manha, refeição mais importante do dia, é praticamente sacrificado, e as regras que estimulam a competição podem provocar exageros.

As  Piores dietas das celebridades

Dieta da Alcoorexia ou Anorexia Alcoólica
Sem citar nomes, a BDA afirma que muitas modelos e celebridades do “tapete vermelho” já entraram nessa moda, que consiste, basicamente, em evitar comer muito durante o dia para poder consumir as calorias presentes em bebidas alcoólicas.

O maior problema dessa dieta de baixa caloria que prioriza o álcool, de acordo com a entidade, é a falta de energia e nutrientes necessários para o corpo funcionar adequadamente. Ao substituir comida por bebidas alcoólicas, o corpo fica sem força e ânimo. Isso, sem falar nos riscos do vício e da overdose.

As piores dietas das celebridades

Dieta intravenosa ou ‘Party Girl’ IV Drip Diet
Essa dieta segue o princípio da KEN, mas a alimentação se dá por meio intravenoso. A pessoa injeta no corpo cerca de 250 mililitros de um soro que contém nutrientes, como vitaminas B e C, cálcio e magnésio.
A BDA cita a cantora Rihanna e o apresentador Simmon Cowell como adeptos desse método. Segundo a associação, não há prova alguma de que vale a pena entrar nessa moda e, ainda que houvesse, é preferível ingerir alimentos de verdade para obter essas substâncias. Entre os efeitos colaterais citados, estão tonturas, infecções, inflamações das veias e até choque anafilático.
As piores dietas das celebridades

Dieta KEN

O método usado pela dieta enteral cetogênica, mais conhecida como KEN, consiste na introdução de um tubo plástico que vai do nariz até o estômago por onde passa o alimento líquido. Esse procedimento dura 10 dias e a substância ingerida pela pessoa é basicamente rica em proteínas e pobre em carboidratos, e, de vez em quando, é possível ingerir água, chá ou café – sem açúcar – pela boca.

Sem citar nomes, a BDA afirma que essa dieta tem sido adotada por muitas modelos e celebridades. A associação afirma que, além de chocante, já que pessoas têm adotado formas que são usadas em pessoas doentes, para emagrecer, essa dieta pode causar efeitos colaterais como diarreia, já que não há consumo de fibras.


As piores dietas das celebridades

Dieta Dukan
Considerada a pior dieta da moda e que foi adotada por famosos, a Dieta Dukan existe desde os anos 90, mas ganhou força nos últimos anos após a divulgação de que a princesa da Inglaterra Kate Middleton adotou o método para emagrecer. Além dela, já foi noticiado que a atriz Penélope Cruz e a cantora Jennifer Lopez também são adeptas da dieta.

As principais críticas em relação a essa dieta são a falta de comprovação científica, a complicação e a dificuldade de ser seguida, já que ela foi criada para durar a vida toda e por ser dividida em quatro fases. Além disso, a associação reclama da restrição de grupos alimentares, como os carboidratos, que, na primeira etapa, é totalmente proibido, o que pode gerar problemas de saúde, como constipação, mau hálito e falta de energia.
Pepsi lança refrigerante que reduz a absorção de gordura


A ideia de tomar refrigerante e ainda assim emagrecer parece um sonho? Mas quem estiver de passagem pelo Japão já pode experimentar a Pepsi Special, que foi lançada no país nesta terça-feira (13), para ajudar a perder os quilinhos a mais. A bebida reduz a absorção de gordura.
Após o lançamento de refrigerantes zero e diet, essa nova bebida, segundo o fabricante, bloqueia a gordura e foi desenvolvida para quem se preocupa com a saúde, mas não quer deixar todos os prazeres de lado.
O efeito é obtido pela adição de fibras solúveis à bebida, que absorvem a gordura consumida em outros alimentos.
Classificada como "alimento para a saúde", a Pepsi é regulada e tem selo de aprovação do governo japonês.

Fonte Uol
Contando Ninguém Acredita, mas os Cientistas garantem: Filmes de terror emagrecem!


Tá com preguiça de fazer exercícios? Esquenta não. Cientistas da Universidade de Westminster, em Londres, garantem que os filmes de terror podem te ajudar nessa missão.
Analisando os batimentos cardíacos e o volume de oxigênio que entra no corpo e de dióxido de carbono de sai dele, os estudiosos concluíram que assistir a um filme assustador pode fazer a pessoa perder as calorias contidas em uma pequena barra de chocolate!
O sentimento de medo, que detona a liberação de adrenalina e aumenta o ritmo do metabolismo, pode queimar 113 calorias em 90 minutos – o equivalente a uma caminhada de 30 minutos.
O estudo elegeu o filme com maior potencial emagrecedor: “O iluminado”, estrelado por Jack Nicholson.
“A adrenalina é conhecida por diminuir o apetite, aumentar o ritmo do metabolismo e queimar calorias”, disse Richard Mackenzie, um dos envolvidos na pesquisa, de acordo com o “Daily Mirror”.
Faça a sua listinha e programe o emagrecimento:
1 – “O iluminado” – 184 calorias
2 – “Tubarão” – 161 calorias
3 – “O exorcista” – 158 calorias
4 – “Alien” – 152 calorias
5 – “Jogos mortais” – 133 calorias
6 – “A hora do pesadelo” – 118 calorias
7 – “Atividade paranormal” – 111 calorias
8 – “Bruxa de Blair” – 105 calorias
9 – “O massacre da serra elétrica” – 107 calorias
10 – “[Rec]” – 101 calorias
Fonte Mundo Estranho


Tem gente que se esforça horrores para emagrecer: passa a comprar tudo na versão light, deixa de comer doces. Aí sofre um monte com as restrições. O pior é quando o resultado não vem… Mas, fiquem vocês sabendo, esse pessoal está fazendo tudo errado. Para quem quer mesmo emagrecer, a ciência dá uma dica deliciosa: coma doces no café da manhã.
Uma equipe de médicos israelenses, da Universidade de Tel Aviv, separou 193 pacientes obesos em dois grupos: um teria de comer um café da manhã moderado, com 300 calorias, enquanto o outro poderia consumir o dobro de calorias – com direto a uma sobremesa. Mas, no fim do dia, todos comeriam a mesma quantidade de calorias.
Oito meses depois do início da dieta, cada participante já tinha perdido 15 quilos. Mas, nos outro oito meses seguintes, o grupo que comia doce pela manhã se deu melhor: eles PERDERAM mais 6,8 quilos, enquanto os outros GANHARAM 10 quilos. Ou seja, ao final do regime, quem comeu uma sobremesa logo cedo conseguiu perder mais de 20 quilos. Já aqueles que abandonaram os doces emagreceram 5 míseros quilos.
“Os participantes da dieta com pouco carboidrato tiveram se sentiam menos satisfeitos, como se ainda estivessem com fome”, conta a pesquisadora Daniela, Jakubowicz. Insatisfeitos, esse pessoal aproveitava para assaltar a geladeira e comer guloseimas fora de hora. Já os outros saciavam a vontade de doce e não burlavam a dieta – e o melhor horário para exagerar nas gordices é mesmo de manhã, quando o metabolismo trabalha mais rápido.
Boa notícia, né? Divirta-se.

Crédito da foto: flickr.com/lacapsula
Fonte: SuperInteressante
Como está implícito em seu nome, a caloria é uma unidade de calor - que serve para medir não apenas a energia convertida para o organismo dos alimentos que ingerimos, como de qualquer queima. Pela convenção, uma caloria equivale a um centésimo do calor necessário para elevar a temperatura de 1 grama de água de zero a 100 graus Celsius. No caso de um alimento, é preciso somar as calorias produzidas pelos diferentes nutrientes que entram em sua composição: gorduras, proteínas e hidratos de carbono. "Ficou provado, em experiências de laboratório, que 1 grama de gordura, quando queimado, produz aproximadamente nove calorias. Para a mesma quantidade de proteína ou hidrato de carbono, esse número cai para quatro calorias", afirma a nutricionista Midori Ishii, da USP. 

Raio-x do x-saladaSanduíche tem mais de 1/4 das calorias necessárias por dia
Carne
1 g de proteína tem 4 cal. O hambúrguer tem 26 g: 104 cal
+
Pão
1 g de carboidratos tem 4 cal. Estas fatias somam 45 g: 180 cal
+
Queijo
1 g de gordura tem 9 cal. Aqui, as fatias têm 31 g: 279 cal
+
Salada
A alface e os picles - mais o molho - somam 24 cal
+
Total estimado
587 cal. Nossa necessidade diária é de 2 000 cal


Fonte: Mundo Estranho
Charges hilarias do Gato Garfield e sua relação com a comida

GARFIELD planejando uma nova dieta

Depois da ceia de natal é hora começar uma dieta
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