Quem adora café, vai gostar da novidade: o designer espanhol Raúl Laurí criou uma lâmpada em formato de caneca. Até aí, legal. Mas a melhor parte vem agora: ela é feita de pó de café usado. A invenção foi batizada de Decafé e ganhou prêmio na Semana de Design de Milão.
A borra é utilizada após passar por um tratamento especial, e por meio de calor e pressão adquire a forma de uma caneca, objeto cotidiano fabricado com um material simples.
Segundo o artista, a Decafé é uma reflexão sobre o ciclo de materiais naturais que passam pelas nossas mãos diariamente. Além de propor uma segunda vida aos restos de café, aproveita o aspecto emocional do produto, importante no dia-a-dia das pessoas e na cultura de muitos povos.
E você, gostou?
Fonte: SuperInteressante
Não, o café não serve só para te manter acordado naqueles dias em que ficar de olho aberto no trabalho ou na aula está difícil. O grão também é capaz de nos locomover de um lugar para outro – e, melhor ainda, fazer a gente chegar mais rápido ao nosso destino. Desenvolvido pelo britânico Martin Bacon, o Coffee Car funciona a base do alimento e acabou de entrar para oGuinness Book por seu alto desempenho de velocidade.
O recorde foi atingido em um campo de aviação localizado na cidade de Manchester, na Inglaterra. O Coffe Car – uma pick-up da Ford de 1989, modelo P100, adaptada com um sistema gaseificador para conseguir se movimentar a base de café – atingiu 110km/h. A velocidade é um marco para um modelo adaptado desse tipo. (Confira outros 10 recordes da sustentabilidade que estão no Guinness Book)
A façanha consagrou ainda mais o carro, que já era destaque por seu combustível inusitado. Quem já torceu o nariz pensando no impacto do aumento da produção do grão para uso automobilístico, pode desfazer a cara feia: o modelo desenvolvido por Bacon utiliza a casca do café – ou seja, os resíduos da produção da bebida – para se locomover, o que significa que a invenção pode ajudar a reduzir a produção de lixo.
Funciona assim: o sistema gaseificador instalado no Coffee Car queima os resíduos orgânicos em alta temperatura. Como resultado, o carro gera gases combustíveis – como monóxido de carbono e hidrogênio –, que alimentam o motor de combustão adaptado do veículo, fazendo ele se locomover.
Curtiu a invenção? Pena que, assim como a gasolina, o preço do combustível de café pode inflacionar, já que pesquisas mostram que o grão ficará cada vez mais caro por conta do aquecimento global.
Fonte: SuperInteressante
À prova de balas
Em 1969, o ex-fuzileiro naval Richard Davis estava entregando pizzas em Detroit (EUA) quando foi detido. No tiroteio que se seguiu, ele feriu dois de seus atacantes, mas foi baleado duas vezes. Enquanto se recuperava, Davis teve a ideia de criar um colete à prova de balas.
Coletes à prova de bala estavam em uso pelo menos desde o ano de 1500, mas até cerca de 45 anos atrás, eles eram volumosos e ineficazes, compostos de metais pesados. Davis queria criar um colete que podia ser escondido sob a roupa.
Ele projetou um feito de nylon e o chamou de Second Chance ("Segunda Chance", em português). Davis levou os coletes para delegacias para fazer propaganda, e deixava policiais atirarem nele para provar sua eficácia. Em meados dos anos 70, o nylon foi substituído por Kevlar, uma fibra sintética originalmente desenvolvida para utilização em pneus.
Fonte: Pizzaria Bonanza
De vez em quando, o mundo dos publicitários acerta em cheio com uma campanha de publicidade, e é difícil chamar a ideia de algo menos do que “genial”.
A ação que viemos mostrar para vocês pode não ter “genial” estampado na testa, mas é deveras interessante. A pizzaria Domino’sdecidiu invadir o mercado de locação de DVDs, inserindo na superfície dos discos uma tinta térmica. Depois de assistir o filme, o calor gerado pela rotação do DVD esquenta a tinta, que volta na forma de uma pizza… acompanhada pelo cheiro.
No disco, ainda está o telefone da pizzaria e um convite para que o espectador peça uma pizza. Os primeiros testes estão sendo feitos no Brasil, e se mostrar resultados, a ideia irá para os EUA rapidinho.
Fonte: Jovem Nerd
Fonte: SuperInteressante
Ele desembarcou em território americano trazido da Alemanha no final do século XIX, foi adaptado ao sanduíche e começou a invadir as lanchonetes e mesas de todo o planeta. Virou um dos símbolos da indústria fast food. Nesses mais de 100 anos de existência, uma polêmica permanece: quem inventou o hambúrguer?
As versões tradicionais contam que, nascido em Hamburgo (sacou a criatividade de quem batizou o lanche?!), na Alemanha, o lanche levado aos Estados Unidos por imigrantes alemães e começou a fazer sucesso ainda no porto. Marinheiros que precisavam fazer lanches rápidos e baratos se deliciavam com a carne entre duas fatias de pão durante o trabalho. Josh Ozersky não se contentou com esta história.
Em The Hamburger, o escritor contou a trajetória do lanche e indicou possíveis inventores dessa delícia. Para Josh, o hambúrguer nasceu na forma de uma carne em um espeto – parente da kafta – e assim desembarcou na América. Depois, perdeu o espeto e virou um irmão da almôndega até ganhar duas fatias de pão e ganhar a forma do lanche atual. O dilema histórico (digno de Nobel) levantado pelo autor é: quem colocou a almôndega dentro do pão?
1ª versão
O lanche teria sido inventado pelo adolescente Charlie Nagreen, de Seymour, em Wisconsin, em 1885. O garoto teria colocado duas almôndegas entre as fatias de pão e vendido o sanduíche em uma feira da cidade. De tanto sucesso que alcançou, o “Hambúrguer do Charlie”, como ficou conhecido, virou atração da feira.
2ª versão
A história vem de Hamburgo,em Nova York, onde era realizada anualmente uma feira gastronômica. Diante da escassez de carne de porco da região, recheio do prato vendido na feira, os irmãos Frank e Charles Menches teriam substituído a carne de porco por carne de vaca e apresentado o lanche à população. Também era 1885.
3ª versão
Há quem atribua a autoria do lanche ao texano Fletcher Davis, que teria levado, em 1904, os sanduíches no Saint Louis Worlds Fair. A autoria se confirmaria por um texto publicado em um jornal da época, o “The Tribune”. O jornal não existe mais, mas a versão considera o depoimento de um historiador que diz ter assistido a um documentário em que o documento estaria divulgado.
4ª versão
Mas Josh Ozersky acredita que o lanche surgiu mesmo no restaurante Louis’ Luch,em New Haven, em1895. A almôndega teria sido colocada em um pão tostado, como o vendido no estabelecimento até hoje.
Enquanto os historiadores não chegam a um consenso de quem criou o hambúrguer, resta-nos comê-lo.
Quem gosta de sorvete e macarrão já pode aliar as duas delícias em um só prato: a sorveteria Ice by Nice acaba de lançar o Spaghetti de Sorvete, uma sobremesa especial que imita o macarrão com molho de tomate e queijo ralado. A mistura parece inusitada, no entanto, as semelhanças acabam na aparência.
Para ficar idêntico à especialidade típica italiana, o sorvete de creme passa por um procedimento em uma máquina especial, que o deixa comprido e cilíndrico, como o espaguete. A sobremesa ainda leva polpa de morango, que simula o molho vermelho, coco ralado, que imita o queijo, e farofa doce crocante.
Fonte: Terra
Você confia nas etiquetas de frutas que identificam seu tipo e sua origem? Por serem facilmente descoláveis, as fraudes para enganar o consumidor são comuns. Por isso, na Europa, a tradicional etiquetagem deu lugar a uma técnica de marca a laser – uma espécie de tatuagem – para garantir mais segurança na hora da compra.
A tecnologia foi desenvolvida em 2009 pela empresa espanhola Laser Foods, fundada no Parque Científico da Universidade de Valencia. Segundo ela, outra vantagem da etiquetagem a laser é a economia com papel, tinta e cola, se comparada com as etiquetas tradicionais. É possível marcar qualquer texto, logotipo e, inclusive, código de barras diretamente no produto.
Mas, para ser aplicada, a nova técnica dependia ainda da autorização da União Europeia, que acaba de adequar sua legislação sobre aditivos alimentares. Isso porque a “tatuagem” utiliza pequenas quantidades de óxidos e hidróxidos de ferro, ou seja, compostos químicos. Resultado: a EU liberou o uso da técnica, mas apenas em frutas com cascas não comestíveis: melões, romãs e espécies cítricas, como laranja, limão e tangerina.
A empresa detentora da técnica garante que a marca a laser pode ser aplicada em qualquer tipo de fruta, sem nenhum dano à saúde. Em suas fotos de divulgação, há maçãs e tomates com a tatuagem. Será o próximo passo? Falta um estudo que compare o impacto no meio ambiente e na saúde humana das etiquetas adesivas e desta nova tecnologia.
Os consumidores aceitarão comer alimentos marcados com compostos químicos, ainda que em pequenas quantidades e permitidos por lei? Você comeria? Deixe aqui a sua opinião.
Fonte: SuperInteressante
O grão moído e torrado é uma das bebidas mais populares do mundo. O que seríamos sem o café nosso de cada dia? Puro ou com leite, expresso ou feito em casa, ele faz parte de nossas vidas: pela manhã para acordar; nos dias frios para esquentar; no trabalho, para combater a falta de concentração; e com os amigos para conversar e passar o tempo.
Pensando em aproximar ainda mais a relação das pessoas com o café diário, a marca Let`s Café, de Taiwan, criou uma maneira de personalizar o café. Você tira uma foto com seu Smart Phone e faz o upload na máquina, quando você escolhe o tipo de café, a superfície do líquido sai com a forma da sua foto. Ainda é possível compartilhar nas redes sociais.
Assista o vídeo, em inglês.
Fonte: Catraca Livre










